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Muitos países já começam a voltar, de forma cautelosa, às atividades. Apesar de o home office ter se tornado uma prática necessária, e que possivelmente continuará para uma grande parte das empresa, para outros o momento voltar aos escritórios pode estar próximo.

O mercado de prédios corporativos, assim como vários outros, sofreu um grande impacto durante a pandemia de Covid-19 e precisará ir além das mudanças de curto-tempo para conseguir se manter relevante no “novo normal”. Uma coisa é fato, higiene estará no centro dessas modificações necessárias. 

O primeiro momento desse processo envolve pequenas mudanças para manter o público seguro e eliminar o medo, que ainda é muito presente - com razão. Nos tornamos pessoas muito mais conscientes dos riscos à saúde presentes por aí, seja isso verdadeiro ou apenas imaginário, assim como as empresas que estão preocupadas com as consequências de ter colaboradores contaminados enquanto exercem as suas funções.  

Por causa do nosso conhecimento limitado do coronavírus, ainda é complicado fazer grandes investimentos que podem ser mostrar pouco eficientes. Em um futuro próximo, as intervenções serão mais precisas e darão aos colaboradores não apenas um senso de segurança, mas uma segurança verdadeira.

Mas e no longo prazo? Como serão os locais de trabalho? É aí que a tecnologia e a conectividade terão um papel central. 

 

 

 1 - Estações de trabalho com realidade aumentada

Algumas empresas, como o Facebook, já começaram a testar tecnologias mais “futuristas”, no melhor estilo “Minority Report”. A intenção é potencializar o trabalho e criar infinitos “locais de trabalho” que permitiria que funcionários trabalhassem de forma colaborativa em salas de reuniões virtuais, diminuindo o contato físico. Essa tecnologia também possui aplicabilidade no home office, onde seria possível mudar entre o mundo real e o mundo virtual de trabalho. 

 

 

2 - Escritórios com a arquitetura do distanciamento social 

O grande desafio está na adaptabilidade dos ambientes de trabalho. O distanciamento mínimo de 1,5 metro também servirá para as estações de trabalho. Em breve, poderemos ver uma grande mudança nos tamanhos e formas das mesas de escritório. Espaços que valorizavam a quantidade, mudarão para valorizar a qualidade e a segurança. Especialistas dizem que os ambientes de trabalho ficarão muito parecidos com os hospitais.

3 -  Soluções simples

Ao mesmo tempo em que a tecnologia irá auxiliar para que possamos ter um “novo normal” seguro para todos, soluções não tão tecnológicas também serão exploradas. Um exemplo simples são as mesas de trabalho. Alguns prédios comerciais estão disponibilizando folhas de descansos de mesa feitos de papel para que os colaboradores coloquem quando estiverem trabalhando. Ao final do dia, o papel é jogado fora, o que pode ajudar a diminuir a contaminação de superfícies. 

4 - Mais avisos

A nossa sociedade utiliza de muitos sinais e avisos para que sejamos lembrados das regras. Sinais de pare, onde é possível estacionar, locais para pedestres atravessarem, sentido do tráfego etc. Esse mesmo raciocínio irá para os ambientes indoor. Hoje já é possível presenciar isso nos elevadores (com marcações no chão), que mostram a quantidade de pessoas e o local em que cada uma deve ficar, ou em filas, mostrando a distância mínima que precisa ser respeitada. Essa prática será aplicada para que seja criado um fluxo de movimentação que diminui os riscos de contaminação ao prevenir que aconteçam aglomerações. 

5 - Ar fresco

Como a boa ventilação é um dos fatores-chave para prevenir a proliferação do vírus, muitos prédios terão que simplesmente abrir a janela. Como muitos possuem janelas que não podem ser abertas e se apoiam no sistema de ventilação interna, uma solução será a adoção de sistemas de controle do clima muito mais tecnológicos e que monitoram também a qualidade do ar. Por conta da poluição, isso já relativamente comum na China.

6 - Tecnologias “sem contato”

Donos de prédios comerciais também terão que investir em tecnologias para que os colaboradores não precisem encostar em nada e mesmo assim consigam transitar pelas dependências.

Portas automáticas com sensores de presença e reconhecimento facial, elevadores que podem ser solicitados e comandados via smartphone. A tecnologia também pode ser utilizada para lembrar as pessoas de manterem a distância necessária. Uma maneira é por meio do monitoramento dos telefones celulares, que recebem alertas quando muito próximos de outro dispositivo.  

O novo normal é conectado

Grande parte das ações que já estão sendo adotadas e outras que em breve se tornarão mais populares são centradas na tecnologia, mais precisamente em tecnologias que se apoiam no sinal de celular. Por isso, uma pergunta é muito importante:  como anda a qualidade da conectividade do sinal de celular no seu prédio comercial? É necessário o investimento em infraestrutura para garantir a conectividade ininterrupta do seu público e, assim, garantir a sua segurança ao mesmo tempo que se mostra um boa escolha para os seus clientes. A boa notícia é que existem parceiros especialistas que podem lhe ajudar nesta questão, como é o caso da QMC, uma neutral host com ampla experiência não apenas em infraestruturas de cobertura, mas também com a realidade do mercado. 

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Rodrigo Viégas

Rodrigo Viégas

Rodrigo possui quase 20 anos de experiência na área de Comercial/Marketing de grandes multinacionais tais como L'Oréal, Shell, Cielo e BRMALLS. Nos últimos 5 anos, vem liderando o fechamento de parcerias de investimento na cobertura indoor de celular em grandes empreendimentos no Brasil.

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