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O confete começa a cair, glitter por todos os cantos possíveis e imagináveis. O corpo sente o ritmo da folia e começa a se mexer na batida. Isso é Carnaval! E, por mais que 2021 seja marcado pelo cancelamento das comemorações no país, vale se apoiar na esperança de que o próximo Carnaval seja incrível e seguro para todos. 

Enquanto isso, vamos matar a saudade do que é um dia de bloco? 

Você combinou de encontrar com seus amigos, mas no meio desse mar de gente é meio difícil não contar com o celular. Você o tirou do bolso e… SURPRESA: nada de sinal. Você se distanciou um pouco da muvuca e procurou um lugar mais tranquilo para tentar novamente… nada. Desistiu de mandar uma mensagem pelo whatsapp e resolveu ligar… nada também. A chamada nem completou. Você olhou em volta e percebeu que mais pessoas também olhavam para os seus aparelhos de forma confusa. Ué? Cadê o sinal? 

Infelizmente essa é uma realidade do carnaval de muitas pessoas, tanto em cidades grandes como cidades pequenas

Em 2020, a cidade de São Paulo teve o maior Carnaval de rua da história. Segundo a prefeitura, as ruas da capital paulista atraíram 15 milhões de pessoas entre os dias 14 de fevereiro e 1º de março e, por consequência, os dias de festa movimentaram cerca de 3 bilhões de reais, um crescimento de 31% em comparação ao ano anterior. 

O recorde carnavalesco não se limitou à São Paulo: estima-se que a folia tenha movimentado cerca de 8 bilhões de reais em todo o país, o maior valor desde 2015. Somente as cidades de Olinda, Recife e Salvador registraram 22.1 milhões de pessoas, já o Rio de Janeiro viu mais de 6,4 milhões de foliões aproveitando tudo o que as festividades e a cidade maravilhosa tinham para oferecer.

Claro que estamos falando de cidades já conhecidas por atrair turistas, mesmo fora do período de carnaval, mas há muitas pessoas que preferem pular a festa em cidades menores, como é o caso de Minas Gerais e as suas cidades históricas, que se destacaram atraindo muito mais pessoas do nos anos anteriores. Uma coisa é fato, a folia tomou conta do país inteiro e extrapolou os sambódromos. As cifras mencionadas acima, fazem parte de todo um ecossistema que ganha vida durante a data. Acho que pode ficar mais simples com um exemplo. Vamos usar a nossa conhecida amiga Júlia, que já nos contou diversas de suas histórias.  

O post não é sobre a Júlia, mas ela também aproveitou o Carnaval

Júlia, boa mineira que é, decidiu aproveitar o Carnaval na cidade histórica de Paracatu, também conhecida como o Portal Cultural  do Noroeste Mineiro. A cidade fica a 490 Km de Belo Horizonte e Júlia decidiu ir de avião. Para ter o mínimo de preocupação, a nossa amiga fez tudo com uma agência de turismo local. Chegado o dia, foi de Uber para o aeroporto. Já em Paracatu, pegou um táxi para chegar até à pousada. Durante os dias de folia, Júlia se divertiu muito, mas também consumiu: bebidas e comidas com vendedores ambulantes, restaurantes, compra de presentes do artesanato local, visita a atrações locais, só para citar alguns exemplos. Percebeu o quanto uma viagem de Carnaval movimentou de dinheiro?

  • Transporte
  • Acomodações
  • Alimentação
  • Serviços
  • Artesanato


Imagine isso acontecendo dezenas de milhões de vezes em todo o país, com turistas brasileiros e estrangeiros. Entretanto, não são apenas as ruas e economias dessas cidades que recebem um aumento retumbante de público, mas também as nossas redes de telefonia móvel.

Agora imagine a mesma situação, mas com problemas de conectividade:

Júlia não conseguiu pedir o Taxi e teve que buscar um no aeroporto (ficou com medo de pegar algum aproveitador). Teve dificuldades para falar com a família, avisando que estava tudo bem. Também pela falta de sinal, não conseguiu checar o endereço da pousada e teve dificuldades para conseguir fazer uma reserva no restaurante que tinha recebido indicação. Não conseguiu comprar bebidas com os ambulantes porque eles só recebiam em dinheiro, pois não tinha sinal para usar as maquininhas. Não conseguiu falar com os amigos que fez lá e nem com as paqueras que rolaram. Só conseguiu entrar em contato e também postar as fotos e vídeos da viagem quando voltou para casa. O que era pra ter sido uma experiência prazerosa, sempre vai dividir espaço com esses problemas que viveu. 

Sem o sinal, o Uber não será chamado, o cartão não será passado na maquininha, a foto não será compartilhada elogiando o restaurante, a recomendação não será postada sobre a pousada, a programação não será checada, amigos não irão combinar de se encontrar, a cidade não será promovida e muito dinheiro não irá circular. 

Carnaval também é uma questão de conectividade

Mesmo São Paulo e Paracatu sendo cidades acostumadas a receberem muitos turistas, não impede que as suas redes móveis sofram com o aumento da densidade de usuários de forma súbita, não sendo raro sofrer dificuldades de encontrar sinal nos pontos de maior concentração de público durante esses dias. Na nossa atual realidade, centrada na conectividade, essa falta de sinal pode resultar em uma experiência negativa para os foliões, mas também para quem quer lucrar. 


Muitas pessoas ainda associam infraestrutura de telecomunicações com as grandes torres. Elas foram construídas em uma época em que o tipo e a quantidade do consumo eram totalmente diferentes. Primeiro que poucas pessoas possuíam telefones celulares e depois que eles eram utilizados apenas para ligações. Com a chegada do 3G e posteriormente do 4G, isso tudo mudou. 

Apesar de ainda fazer ligações, os nossos aparelhos possuem muitas outras funções, que na sua maioria consomem dados. Vale lembrar também que, em uma época em que todos possuíam linhas fixas, o uso do aparelho móvel se limitava aos ambientes externos, mas agora isso mudou e 80% do uso da rede acontece em ambientes fechados, como prédios e casas, ou seja, agora há muito mais barreiras físicas impedindo a propagação do sinal.

Cobertura + densidade + aumento do consumo indoor, questões que precisam de soluções novas, como soluções no nível da rua e soluções indoor, como é o caso do DAS, que se conecta à rede das operadoras por meio de fibra óptica e o transmite internamente por meio de pequenas antenas espalhadas dentro do imóvel, seja ele um hotel, um prédio comercial, uma arena de eventos ou até mesmo um sambódromo  

Chamamos de densidade o limite de conexões simultâneas que uma antena de transmissão pode fazer. Seria algo semelhante a uma estrada: é muito mais rápido e tranquilo dirigir em uma com poucos carros do que em uma congestionada, certo? 

Quais são as maneiras de impedir que uma estrada tenha congestionamento?

Bem, há duas: ou você expande a estrada, permitindo que mais carros sejam comportados na via ou constrói rotas alternativas para desafogar a estrada principal. Com o sinal de celular é a mesma coisa, sendo que a antena é a nossa estrada e os dispositivos os carros.

Então as soluções para o sinal são as seguintes: ou se constrói mais antenas ou são criadas alternativas para transmitir o sinal. 

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Construir antenas esbarra em duas possíveis limitações: espaço e leis urbanísticas ou de preservação de áreas históricas, o que seria a avenida Paulista no primeiro caso e a cidade de Paracatu no segundo. 

Mas o quê seria construir formas alternativas de transmissão? 

Na questão do Carnaval na Paulista, as Street Level Solutions (SLS) são uma boa opção, pois utilizam antenas bem menores ao longo da região que precisa de mais cobertura, além disso são instaladas no mobiliário urbano (fachadas de prédios, bancas de jornal, postes de iluminação, semáforos etc.) não precisando de grandes intervenções. Seria o mesmo que construir uma nova via na paulista somente para os foliões, permitindo que o tráfego de carros do dia-a-dia seguisse tranquilamente. 

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Paracatu, por sua vez, poderia se beneficiar de uma solução outdoor camuflada, onde as limitações arquitetônicas e de preservação histórica são levadas em consideração e antenas são mescladas com o entorno de maneira a ficarem imperceptíveis, preservando a arquitetura do local ao mesmo tempo que garantem a qualidade de cobertura do sinal.

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Mas em um local fechado, como o sambódromo, qual é a solução? Afinal, esses lugares também sofrem com a falta de sinal.  

 A solução DAS pode ser a melhor pedida, com uma infraestrutura conectada com a rede das operadoras por meio de cabos de fibra óptica e transmitida por meio de pequenas antenas espalhadas pelo local (que também podem ser camufladas, se necessário). Com essa solução, o Sambódromo teria uma rede própria e independente de cobertura. 

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Mas, para construir uma estrada, você chama uma empreiteira especializada, certo? 

Qual é o equivalente quando falamos de infraestrutura de telecomunicações?  É nessa hora que as Neutral Hosts, como a QMC fazem toda a diferença. 

O que é uma Neutral Host? 

Neutral host é uma empresa especializada em construir infraestruturas de telecomunicações. 

Elas surgiram para permitir que as operadoras focassem em prover um bom serviço para os seus clientes e não ter que dividir a sua principal atividade com a de construir torres e outras estruturas de telecomunicações. Com as neutral hosts, uma mesma infraestrutura pode ser compartilhada com diferentes operadoras ao mesmo tempo, garantindo uma melhor aproveitamento de espaço e recursos, que se convertem em uma melhor cobertura para todos.  São elas que ajudam a garantir para que tanto a maquininha tenha o melhor sinal para efetuar a venda, quanto uma ligação de emergência seja completada para solicitar uma ambulância. 

Cada caso é um caso, mesmo que todos precisem de conectividade   

Cada cidade possui uma realidade, cada bairro possui uma realidade, cada rua também, mas em todos esses locais o folião precisa se conectar para fazer as coisas rodarem. 

Independente da melhor solução, uma coisa é fato, ela só vai acontecer caso encontre o melhor parceiro para lhe ajudar.  

Claro que ainda estamos em um cenário de pandemia, mas a vacinação começou. Voltaremos à nossa normalidade e o carnaval brasileiro voltará a esquentar as ruas e os corações. A sua cidade já está preparada para oferecer a conectividade que o seu público precisa?

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Getulio Bordalo

Getulio Bordalo

Advogado, com mais de 15 anos de experiência na negociação de contratos que viabilizam projetos complexos tanto de real estate quanto de telecomunicações; na QMC passou pela área de Venue Acquisition de DAS, tendo fechado negócios com grande empresas de Shopping Centers e Infraestrutura. Já liderou a área de Projetos Especiais no Brasil, a qual busca soluções proativas para resolver problemas dos nossos clientes em locais com grande complexidade e, atualmente, está liderando os esforços de iDAS e SLS na, recém implantada, operação peruana da QMC.

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