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Em 20 anos, a humanidade passou por uma profunda e veloz transformação. Talvez você não tenha se dado conta, mas seu modelo de vida também foi moldado por essas mudanças. A forma de lidar com o mundo mudou para você, para seus pais e para seus filhos e filhas. Ninguém ficou fora desse poderoso impacto.

Mudou a tecnologia, mas junto com ela vieram as mudanças dos hábitos e do modo de vida

Na passagem dessas duas décadas, tem muita gente se achando antiquado por recordar de fitas cassete e VHS (e até DVDs, veja só), sem falar do fax e do telex. Os telefones (fixos, claro) eram apenas para fazer ligações.

A tecnologia e as telecomunicações mexeram na forma como lidamos com as coisas, como nos comunicamos, nossos relacionamentos, a maneira de trabalharmos e de fazermos negócios. 

Essas mudanças já estão tão presentes em nossas vidas, que é impossível imaginá-las sem. Ok, talvez seja possível imaginar sem, mas com certeza queremos que seja apenas na imaginação. 

Você acredita? Vamos viajar um pouco no tempo

Muitos jovens não têm a menor ideia do que é uma máquina de escrever, que entrou numa caixa branca acoplada a uma tela colocada sobre as mesas de trabalho ou estudo.

Agora, chamado de computador pessoal - PC, não servia apenas para escrever textos, mas passou a nos ligar com o mundo por meio de uma conexão discada via modem, componentes de hardware instalados internamente no slot PCI do computador, ou ligados em uma porta serial.

Quando chegou para o uso coletivo, em meados dos anos 90 aqui no Brasil, a conexão era extremamente lenta, além de cara e ainda travava a função do telefone para fazer e receber ligações. Sempre que alguém usava a internet era como se o telefone estivesse sendo usado.

À noite era cobrado apenas um pulso por ligação, independente da duração - uma alternativa para usar a novidade. Nesse sentido, a tecnologia trouxe uma melhora nos canais de contato, atendimento e meios para se comunicar com familiares, amigos, parceiros e clientes. 

Conexão e evolução

Hoje os planos de dados das operadoras de celular e as redes Wi-Fi públicas criam condições de conexão em tempo integral por um preço muito menor do que se experimentava na virada do século.

A computação e a tecnologia avançaram, incorporaram funções e diminuíram de tamanho. As pessoas passaram a filmar e fotografar seu dia a dia para “causar” nas redes sociais.

Agora eu faço uma ligação - de voz ou de vídeo, uma gravação de voz, envio uma mensagem, mando um arquivo, vejo meu email e consulto o Google (o que é isso? – perguntaria um viajante do tempo).

A TV saiu do meio da sala e foi para o telefone móvel

As famílias deixaram de disputar a preferência sobre a programação: a novela, o jornal ou o jogo de futebol. Vivemos a era dos streamings: programas e séries disponíveis numa pequena tela.

Os LPs (Long Play) até está voltando. Os CDs marcaram época, mas até o download através de programas como Napster/Kazaa/Emule ficaram para trás. Tudo isso são peças de um passado onde era mais complicado ouvir música.

Com Spotify, Deezer e até mesmo o YouTube, ouvir a música preferida é um exercício muito mais simples. E assim que surgiram os aplicativos de streaming, cada um podia criar suas playlists acessadas de qualquer lugar, até mesmo sem conexão, pelo menos quando contratado o plano premium desses serviços. 

Quem acabou com as locadoras de vídeos?

Para escolher um filme blockbuster, você precisava ir até uma loja real e percorrer várias estantes com caixas de fita VHS que traziam as novidades. Alguns títulos eram disputados. Para assistir em casa, precisava ter um aparelho de vídeo e no final devia rebobinar a fita para não pagar multa.

Teve até os DVDs, mas as telecomunicações reduziram tudo a pó. Um sinal digital vem por meio online e de streaming e permite que - em um toque - qualquer pessoa possa assistir a qualquer filme sem sair de casa - ou no ônibus a caminho do trabalho, na estrada ou no avião em uma viagem - e sem medo de chegar tarde demais e não ter mais nenhuma cópia daquilo que queria assistir.

Os lançamentos estão na Netflix e se a escolha for ruim, outra opção está a seu alcance sem custo adicional.

Não estamos mais presos a uma grade de horário e queremos todo o conteúdo imediatamente. Até mesmo um novo costume nasceu dessa facilidade: a maratona de séries. 

O desafio da mudança digital na vida e nos negócios

A evolução para o meio digital foi uma das maiores mudanças – se não a maior – nas formas de se fazer negócios. Os produtos, canais de comunicação, parcerias e o atendimento substituíram o offline pelo online

Na medida em que os smartphones e a internet conquistaram espaço na vida do consumidor, tornou-se quase que uma obrigação para o empreendedor adotar os seus meios de serviço nos canais digitais

Nas férias, estamos de olho no trabalho. O e-mail, o grupo de WhatsApp da empresa e as redes sociais nos mantém ligados. Precisamos acompanhar os acontecimentos em tempo real, a reunião da equipe, até fazemos uma chamada de vídeo enquanto tomo uma bebida na sombra do coqueiro na beira da praia.

Tento me desligar lendo um livro e uma revista que não são mais de papel.

Para onde foram as bancas de jornal?

Sigo as principais informações pelo Twitter e Instagram, de todo o mundo, em tempo real. Assim como as principais notícias da economia, que passou a ser online. Quem não desconfiou no começo, mas até compras e pagamentos começaram a ser feitos nesse mundo virtual (tem até o tal de bitcoin, uma moeda virtual).

Dentre as diversas tecnologias disponíveis no mercado, podemos mencionar as pulseiras, tecnologia que permite efetuar pagamentos rápidos e seguros por meio de um sistema NFC, que não exige contato físico; a biometria, um sistema para a leitura de pagamento; reconhecimento facial, que permite aos usuários validar as compras; e pagamento por aplicativos.

O comércio deixou de ser exclusivamente na loja

Uma tal de Inteligência Artificial passou a analisar nossos comportamentos, perfil de consumo  e começou a fazer sugestões de compra que tinham tudo a ver conosco.

Os executivos passaram a olhar aqueles dados para adotar as melhores estratégias de venda. As pesquisas e transações online precisavam conversar com o offline e passaram a afetar diretamente a decisão de compra.

Com a utilização de softwares ou aplicativos, agora é possível transmitir informações internas entre os colaboradores, ampliar as formas de comunicação com o público-alvo, chegar até possíveis parceiros e adotar novos modelos de trabalho. 

Profissionais de marketing, de logística, de finanças e de prestação de serviço precisam ser “digitais”. Agora, praticamente tudo pode ser resolvido pela internet, através do site ou do aplicativo.

E as decisões ocorriam em salas de reunião virtuais, com participantes de vários países e continentes.

Passou a ser improvável um mundo onde não se poderia tocar numa tela e resolver tudo. Uma realidade que não esteja na palma da mão talvez não seja real – mesmo que totalmente virtual.

Comércio online

Na pandemia, o consumidor adotou as compras online e os varejistas descobriram que não podiam estar fora dessa. Além de se adaptar à realidade do cliente, eles descobriram os ganhos para seu negócio, com a melhoria da gestão dos estoques, redução de estrutura comercial em espaços físicos, diminuição das despesas fixas e customização do atendimento.

Com o aumento significativo da produtividade, as tarefas que antes eram executadas de forma manual passaram a ganhar mais agilidade e praticidade. Dispositivos tecnológicos ajudaram a organizar a equipe de trabalho e otimizar o uso do tempo, adotando a automatização de processos manuais. 

A tecnologia mudou – e para melhor – as formas de se fazer negócio. As organizações que não investirem em inovação certamente estão perdendo uma ampla rede de vantagens e a chance de se destacar no mercado.

Tudo isso é sinônimo de crescimento do negócio e mais lucros, palavras que não são novidades para ninguém. Tem o mesmo sentido hoje, no passado e no futuro.

Mas quem suporta toda essa transformação invisível, mas real?

Claro que tudo isso não aconteceu do nada. Um grande investimento foi feito e ainda é feito em tecnologia e infraestrutura para suportar tudo isso. Empresas especializadas na questão - neutral hosts - surgiram e nos providenciaram um salto de conectividade nunca antes visto.

Ainda há muito a evoluir, mas já estamos acompanhando o ritmo global. O 5G já é uma realidade em desenvolvimento e nos levará para uma nova realidade.

--Ebook 5G--

Dentro das Neutral Hosts que atuam no Brasil, a QMC Telecom se destaca por ter um portfólio de mais de 2.400 ativos instalados e em operação, incluindo um portfólio diverso de cobertura indoor de DAS e small cells.

Construímos, operamos, incorporamos e adquirimos Torres de Telecomunicações, rooftops, Distributed Antenna Systems (DAS) e small cells para as operadoras de telecomunicações.

Os projetos são feitos sob medida para atender à crescente demanda por conectividade das operadoras, além de responder às necessidades específicas de negócios de quem necessitam de uma rede indoor de qualidade para seus estabelecimentos – como shoppings, hotéis, hospitais, prédios comerciais, educação, transporte e aeroportos.

O futuro passa por aqui

Também estão preparados para a próxima onda de conectividade através de soluções no nível da rua (small cells), ideal para prover uma experiência de conectividade de alto desempenho em locais externos de alto volume de pessoas.

Por fim, a QMC Telecom conta com uma ampla rede de projetos outdoor para municipalidades, que envolvem muito mais do que a construção de torres built-to-suit greenfield e rooftop: são soluções especiais camufladas, ideais para sites de difícil incorporação, com restrições relacionadas ao patrimônio histórico e necessidades especiais de camuflagem e licenciamento.

Quer saber como sua solução de telecomunicação chega mais longe?

A QMC possui uma larga experiência para entender e atender a realidade do seu negócio diante do atual cenário. Adotamos medidas e protocolos de saúde rígidos com a nossa equipe de campo para garantir a segurança deles e também dos seus colaboradores. Fora as nossas medidas, estamos preparados para seguir aquelas adotadas por você. Tudo para garantir a sua total satisfação e o sucesso do seu negócio. 

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Carolina Pain

Carolina Pain

Carolina Pain, especialista em Comunicação e Marketing Digital, possui 15 anos de experiência na área de conteúdo, atuando na área de produção de textos, gerenciamento de Redes Sociais e Branded Content. Formada em Comunicação Social, com Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Mackenzie, tem pós graduação em Jornalismo na London School of Journalism, curso de Human Data Strategy pela Miami Ad School e especialização em locução noticiarista para televisão pelo Senac.

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