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Estamos acompanhando a Júlia já tem algum tempo. Estivemos ao seu lado em diferentes situações e momentos na história. Ela já trabalhou com comunicação, no setor da saúde, no setor hoteleiro, com shoppings e até já foi professora universitária. A cada novo dia compartilhado conosco, ficou mais evidente a importância que as telecomunicações exerce em nossas vidas e como ela deixa tudo mais fácil, além de nos ajudar a viver mais e melhor. Este post não será diferente, o tempo será a única questão diferente. Seja mais uma vez bem-vindo à vida da Julia, agora como uma cidadã do futuro, em um mundo pós-pandemia e aproveitando de tudo o que o 5G pode oferecer. 

Dias normais, dias melhores

O sol entrou pela janela que se abria automaticamente, ao mesmo tempo em que uma música suave preenchia o quarto. Júlia possuía uma casa inteligente, em que tudo estava interligado e programado previamente. Ela havia definido uma faixa de horário para acordar e a smartband que usava indicava o melhor momento para ser acordada de acordo com o ciclo de sono. Isso garantia para que sempre acordasse disposta e com bom humor. 

Se espreguiçou no seu tempo, o calor que o sol matutino lhe proporcionava era muito agradável e ela queria saborear mais o momento. Já podia sentir o cheiro do café vindo da cozinha, a sua cafeteira também estava programada para prepará-lo coincidindo com o seu despertar. Assim que levantou, pediu para a sua smart assistant dizer a sua agenda do dia. O comando foi ouvido e acatado. O seu dia estava bem preenchido, mas de uma forma inteligente. Caminhou até a cozinha e se serviu de uma caneca de café. A sua geladeira acusava no display os itens que estavam em falta e que precisavam ser repostos. Pela própria geladeira ela fez as compras e definiu a entrega para um horário que acreditava que estaria em casa.

Tomou um banho enquanto escutava as notícias da manhã e depois se arrumou para uma reunião de trabalho. Sentou em frente ao seu computador e colocou o seu óculos de VR. Depois que começaram a usar essa tecnologia, as reuniões ficaram muito mais imersivas e produtivas. A grande maioria das empresas adotou parcialmente ou completamente o home office. Os escritórios ganharam uma nova função. Se tornaram ambientes de socialização entre colaboradores e também com clientes. Eles eram a parte humana presencial e física que sobreviveu à profunda mudança que a pandemia de covid-19 causou.

Era no escritório que também aconteciam palestras e treinamentos presenciais. As empresas estavam investindo muito no desenvolvimento de soft skills dos seus colaboradores, assumindo um papel muito mais próximo e colaborativo (ao invés de verticalizado) na relação com os seus colaboradores. Nunca a saúde mental dos colaboradores foi tão importante para o sucesso e atingimento de objetivos. Essas questões deixaram de ser coisa de “empresas descoladas” e passaram a ser adotadas pela maioria das empresas que compreenderam a relação entre qualidade de vida  X produtividade X lucratividade.

Um novo conceito de vida e de trabalho

Julia iria aproveitar o momento mais livre que tinha - as jornadas de trabalho também ganharam um novo entendimento, afinal, o modelo anterior havia sido desenhado para uma sociedade não digital e muito menos interconectada como a atual - para ir ao shopping e trocar um presente que havia recebido. 

Pegou o seu carro - que era inteligente e era pilotado por uma inteligência artificial - e disse o seu destino. Como não tinha que se concentrar na direção, prestava muito mais atenção ao seu entorno. Gostava de ver como tudo seguia como em uma dança coordenada. Os carros seguiam uma velocidade constante e já havia um certo tempo em que os acidentes de trânsito haviam chegado a zero. 

As pessoas caminhavam pelas ruas com suas máscaras (um legado da época do coronavírus) e seus smart glasses, que permitiam que ao parar em uma esquina, seus sensores instalados identificaseem sua presença e fechassem os semáforos para que atravessassem. Ela acreditava que isso era um dos maiores benefícios que o 5G trouxe para a sociedade. Não, não apenas semáforos e trânsito inteligentes, mas sim toda uma cidade inteligente, em que tudo era conectado, interligado e funcionando em sinergia.

 Era uma quantidade de dados absurda que era produzida (e capturada pelos bilhões de dispositivos IOT espalhados por toda a parte), processada e transformada em ação por outros dispositivos. Transporte público, trânsito, fornecimento de energia, monitoramento de segurança, tudo estava conectado. Isso algumas vezes assustava a Júlia, pois causava uma sensação de estar sendo constantemente monitorada; mas leis rígidas sobre a utilização desses dados e da proteção da individualidade das pessoas haviam sido criadas para garantir que a evolução não seguisse um caminho sombrio.    

Chegou ao shopping e desceu na entrada, o seu carro seguiu sozinho para o estacionamento. Chegou na loja facilmente, afinal, também estava usando os seus smart glasses e ele lhe indicava o caminho que tinha que seguir para chegar onde queria. Os mesmos smart glasses lhe informavam de promoções que estavam acontecendo no shopping. 

Ela dispensou a tentação de fazer mais compras e foi direto no setor que tinha a roupa pela qual gostaria de trocar. Quando pegou a peça, prontamente recebeu as informações sobre ela. Tipo de tecido, tamanho, indicações de como lavar e até mesmo quais celebridades que a Júlia seguia que também usavam peças semelhantes. Conseguiu ver também como a peça ficaria no seu corpo por meio de uma representação virtual. Gostou de tudo e confirmou o pagamento pelo smartphone mesmo. SImplesmente saiu da loja sem nenhuma preocupação. Caixas e filas eram coisa do passado. 

Vivendo mais e melhor

Recebeu uma notificação que dizia que, para que chegasse à tempo no seu próximo compromisso, agora seria um bom momento para ir. Solicitou o seu carro, definiu onde gostaria de embarcar e seguiu para o seu próximo compromisso, o consultório do médico. Precisaria realizar uma pequena e simples cirurgia. Chegou ao consultório e foi encaminhada para uma sala. O seu médico não estava no Brasil. Estava em outro país realizando alguns estudos. A consulta foi remota. Ela no Brasil e ele a milhares de quilômetros de distância.  

Ele revisou os exames e pediu para que ela fosse encaminhada para a sala de cirurgia. Da mesma forma que a consulta aconteceu com os dois separados por uma grande distância, aconteceu a cirurgia. Ele operando os equipamentos de forma remota como se estivesse no mesmo lugar que ela. Tudo foi muito rápido e sem nenhuma complicação. Ele receitou alguns remédios para acelerar o processo de cicatrização e pediu autorização para receber os dados do monitoramento da saúde de Júlia fornecidos pela sua smart band. Júlia autorizou. 

Voltou para casa e mais uma vez colocou os seus óculos de VR, só que dessa vez não era para participar de uma reunião. Ela estava escolhendo em qual hotel passaria as suas férias com o noivo. Fez um tour virtual em diversos hotéis pelo mundo. Verificou quartos, a infraestrutura de lazer e até mesmo as redondezas deles. O seu noivo também estava junto participando do tour virtual, cada um em sua casa. Fizeram a escolha já reservaram tudo: quartos, passagens, ingressos para atrações, reservas em restaurantes e também o carro. Estava tudo certo! Estava planejando essas férias já tinha muito tempo.

A educação conectada que não conhece barreiras

Voltou a trabalhar e terminou todas as suas pendências profissionais. Já estava quase na hora da aula da sua pós-graduação. Mais uma vez colocou os seus óculos de VR. Adorava as aulas imersivas. Entendia tudo com muito mais facilidade, além que o seu processo de aprendizagem era único, já que havia uma inteligência artificial que adaptava o conteúdo para que ficasse mais alinhado com o estilo da Júlia estudar e aprender. 

Terminou a aula e aproveitou para agendar o laboratório da unidade da universidade parceira aqui no Brasil para realizar as suas provas práticas. Foi falado que a Júlia estava fazendo pós-graduação em uma universidade de fora do país? Pois bem, o 5G também acelerou o processo de globalização do ensino. As distâncias ficaram menores e, mesmo que de forma virtual, as pessoas tiveram a experiência de viver experiências internacionais com maior facilidade, aumentando ainda mais o processo de globalização da sociedade.  

Júlia parou por um momento e olhou fixamente para o seu modem 5G. Um aparelho pequeno que expandia o sinal da rede para a sua casa. Mal podia acreditar que algo tão pequeno poderia fazer tanta diferença na vida das pessoas. Ondas invisíveis influenciando de forma tão profunda a forma como a nossa sociedade opera. Tudo era mais fácil agora. Viviam mais e melhor, de forma mais segura, afinal a tecnologia foi fundamental para a diminuição da criminalidade, tinham mais acesso à educação de qualidade. Viviam em um mundo muito melhor graças às telecomunicações. Quem diria que a busca por uma maneira de falar com uma pessoa a uma longa distância evoluiria até aquele ponto. 

Júlia estava ansiosa. Já estavam fazendo testes para o 6G e ele iria evoluir as cidades inteligentes para verdadeiros países inteligentes, com a grande conectividade não se concentrando apenas nas cidades, mas também chegando a lugares mais distantes. Ela tinha certeza que ainda estaria viva para ver isso e até mesmo além, um verdadeiro mundo inteligente e interligado. 

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Júlia Éboli

Júlia Éboli

Júlia Éboli, especialista em implementar iniciativas de Marketing Digital no mercado B2B, já possui 14 anos de atuação na área de Comunicação e Marketing. Formada em Publicidade pela PUC-MG, tem pós-graduação em Marketing pela FDC e MBA em Digital Data Marketing pela FIAP.

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