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Não é surpresa para ninguém que o consumo de dados em dispositivos móveis tem crescido de maneira intensa, com o crescimento do consumo de dados e a alta concentração de pessoas em determinadas regiões das nossas cidades. Hoje, já produzimos uma média de 44 trilhões de gigabytes de dados por ano. É um número enorme se levarmos em consideração que, em 2013, era apenas 4,4 trilhões. Daria para fazer uma pilha de IPads de 128 GB e alcançar ⅔ da distância até a lua. E esse número segue crescendo de forma vertiginosa!


A previsão é que até 2023, o Brasil tenha mais de 199 milhões de usuários totais de internet, representando 92% da população. A média de consumo mensal de dados será de 5Gb, com mais de 180 milhões de usuários móveis totais (84% da população).

 

Para que as cidades consigam absorver todo esse crescimento, o investimento em infraestrutura precisa acontecer, considerando vários tipos de soluções: torres de celular são construídas em conjunto com soluções street level e sistemas de conectividade indoor.

Mas porque você deveria se importar com a variedade de soluções de infra disponíveis, e como elas serão otimizadas em um futuro bem próximo? Quando falamos da locação e/ou venda de terrenos para Neutral Hosts - empresas como a QMC, que constroem as soluções de conectividade para as principais operadoras de celular do país - este mercado será diretamente impactado por essas mudanças - e principalmente pela chegada do 5G.

O 5G está chegando, e vai transformar a sociedade

Literalmente significando a “quinta geração”, o 5G é finalmente uma realidade em várias partes do mundo. Muitos estudiosos da área afirmam que a ascensão do 5G será uma revolução em nossas vidas em um mundo cada vez mais conectado à internet. Conforme o número de pessoas e dispositivos conectados cresce, também cresce a demanda por segurança, velocidade, cobertura; demandas que o tão esperado 5G virá para enfrentar de frente.

Estima-se que a rede 5G alcançará a marca de 190 milhões de usuários espalhados pelo mundo até o final de 2020. E esse número aumentará exponencialmente até 2025, quando 2,8 bilhões de pessoas passarão a utilizar as redes móveis de quinta geração no planeta - um volume 15 vezes maior. O fato é que o 5G vai conquistar o seu espaço e trazer mudanças não só ao setor de telecom como transformará a forma como nos conectamos.

No Brasil, um leilão de frequências deve ocorrer em 2021. Esse evento acontece para que a Anatel oferte frequências às operadoras. Para a quinta geração serão ofertadas quatro faixas de frequência: 700 MHz, 2,3 GHz, 26 GHz e 3,5 GHz. As faixas de frequências são espectros usados para a oferta de telefonia celular e TV por assinatura.

Com o 5G você irá testemunhar velocidades de download e upload drasticamente mais rápidas ao compará-las com as do 4G. O tempo que demora para um aparelho se comunicar com outras redes sem fio, conhecido como “latência”, também irá diminuir drasticamente, permitindo a evolução de aplicações já existentes - como é o caso das cirurgias por robôs operados de forma remota - ou o surgimento de novas - automóveis autônomos, por exemplo. Podemos entender a latência melhor assim: sabe quando o app Waze atrasa nos alertas, ou seja, avisa sobre virar uma rua que já ficou para trás? Este é um problema de latência. A solução é aumentar a densidade e a capacidade da rede, justamente para reduzir a latência.

Por último, a Internet das Coisas irá aumentar exponencialmente a quantidade de dispositivos conectados, possibilitando uma grande rede interconectada que troca informações com tudo: de eletrodomésticos até a usina de energia que lhe abastece, em um processo contínuo de aprimoramento. Uma smart city para se ter uma smart life.

Com esse aumento exponencial no número de usuários e de dispositivos conectados, a forma de estruturar a rede precisará ser diferente da forma como o 4G é estruturado hoje: precisaremos ter 10x mais pontos de irradiação em um raio de atuação bem menor; para esta nova forma de planejamento de rede, será necessário utilizar, além de infras de telecom tradicionais, soluções street level para garantir, principalmente, que a rede não tenha problemas de capacidade.

Torres de celular x Soluções Street Level: soluções para os desafios do 5G

A torre celular é o ativo mais conhecido de infraestrutura wireless - ela forma a base da camada macro necessária para manter uma cobertura consistente em todos os lugares. Elas ainda são fundamentais na construção de soluções que conectam de verdade e com qualidade. Diante dos avanços na tecnologia wireless, elas ganham nova importância em todo o ecossistema da conectividade: seguras, com qualidade e feitas para durar.

No entanto, com o aumento crescente de conexões, as torres sozinhas muitas vezes não conseguem resolver os problemas de capacidade que chegam. Para exemplificar:


Imagine que a cobertura de sinal fornecida seja uma avenida. Todos os dias centenas de carros trafegam por ela, mas, assim como uma avenida verdadeira, há um limite de quantos carros podem ocupá-la ao mesmo tempo. O primeiro pensamento para resolver esse problema seria expandir a quantidade de faixas disponíveis, ou seja, construir mais torres. Entretanto, as máquinas não conseguem chegar ao local para realizar essa melhoria, justamente porque elas são grandes demais e não há espaço para se posicionarem.

A solução encontrada é a de aumentar a quantidade de ruas no entorno dessa avenida, dando opções para os carros trafegarem com velocidade e tranquilidade e, ao mesmo tempo, diminuindo o volume exigido da avenida.


Fazer isso é possível ao utilizar as Soluções Street Level, que são opções de estruturas mais baixas e numerosas, produzidas em mobiliários urbanos, tais como pontos de ônibus, fachadas de lojas, bancas de jornais, postes de iluminação e sinalização e até mesmo os totens publicitários nas paradas dos transportes públicos. Além de melhorar a cobertura e a qualidade do sinal, as small cells reduzem o impacto visual nas cidades.

Os números são impressionantes. Há uma projeção nos Estados Unidos de implantar mais de um milhão de estruturas street level por operadora, enriquecendo o serviço e cobrindo toda a necessidade dos usuários, principalmente, porque o 5G já é uma realidade no país. O Brasil, por sua vez, deve passar de um milhão de estruturas street level no total.

Com isso, além de uma melhora significativa na comunicação, outra mudança deve acontecer. Em vez de grandes torres de telefonia, colocadas em terrenos ou telhados, cujas áreas as empresas de telecom alugam, áreas essas cada vez mais escassas devido ao crescimento e desenvolvimento urbano e que, além de onerosas, ainda geram enormes desafios com as exigências de licenciamento, veremos pequenos pontos de irradiação misturados à paisagem urbana, colocados em pequenas estruturas, tão discretas que mal poderemos notar.

É importante acompanhar os movimentos do mercado para que você possa se preparar hoje para as consequências que as novas tecnologias trazem. Ainda temos uma grande demanda por terrenos para locação/venda para construção de torres de celular, mas em um futuro próximo, esta demanda provavelmente irá diminuir.

A Paraná Terras, principal subsidiária da QMC, tem hoje uma forte iniciativa para negociar a compra dos terrenos com contrato de locação com a QMC Telecom. É ela quem cuida de perto dos parceiros da QMC e faz a gestão de relação com os proprietários que desejam negociar seus terrenos ou topo de prédios. Em tempos de pandemia, um pé de meia pode fazer toda diferença no orçamento. E, com o futuro batendo à nossa porta, a hora de utilizar seu ativo imobiliário é agora!

Entre em contato com a equipe da Paraná Terras e veja as oportunidades que temos para você!

André Freitas

André Freitas

André possui 6 anos de QMC e 20 anos de experiência em Telecomunicações, atuando em gestão de projetos e liderança de equipes responsáveis por implantação de rede de telefonia, aquisição de imóveis, negociação e gestão de contratos e licenciamento.

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