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Chegamos a mais um post da nossa amiga Júlia e a sua jornada para conseguir sempre a melhor conectividade da cobertura de celular por meio das melhores soluções em infraestrutura de telecomunicações. O caminho que percorreu até aqui já lhe garantiu a fama de especialista no assunto. Diversas empresas começaram a contratar os seus serviços como consultora para lidar com a escolha e intermediação do processo de implementação com a neutral host parceira. 

Júlia estava muito empolgada com a nova consultoria que tinha fechado na área de eventos. Conseguiu fechar a parceria por conta de uma indicação, que surgiu do seu excelente trabalho no grande e tradicional festival de música que acontece de tempos em tempos na cidade do Rio de Janeiro, que sempre atrai um público gigantesco de todo o globo. Sim, estamos falando do Rock In Rio. 

Primeiro passo: Júlia conectando-se ao cliente e a sua necessidade 

Júlia já tinha desenvolvido um processo para a sua consultoria maximizar o sucesso. O primeiro passo era conversar com o cliente. Entender a sua necessidade e o que esperam de resultados. Esse alinhamento inicial era fundamental para que todos partissem do mesmo ponto e tivessem como objetivo final também o mesmo ponto. Com isso definido, ficava muito mais fácil decidir o caminho junto com a Neutral Host parceira.  

Definir o objetivo final contemplava:

  • Qual deveria ser o nível de qualidade de sinal 
  • Qual deveria ser o nível de cobertura no local (onde o sinal precisava chegar)
  • Tempo para implementação 
  • Estipulação de Budget (verba)
  • Visão de longo prazo (é uma necessidade pontual ou de longa data?)
  • Tipo de uso da rede (para dados? Voz?)
  • Público (é para os visitantes do evento apenas? Para o público interno também?)


No atual cliente, uma famosa arena de futebol e shows, Júlia teria que resolver o problema de conectividade para as partidas do mais famoso campeonato sul-americano de futebol que aconteceriam ali nos meses seguintes. Fora isso, a infraestrutura também seria utilizada para os shows.

Em ambos os eventos, apesar de apresentar as “barrinhas” de conectividade, nada chegava aos celulares. Não era possível fazer ligações com qualidade e nem conectar à internet. Para chamar um simples carro pelo aplicativo, muitas pessoas tinham que se distanciar mais de 2 quilômetros da arena para ter sucesso.  Fora isso, sempre que algo acontecia na arena, a rede local também ficava ruim para os residentes da área.  

O sinal precisaria chegar com qualidade em todos os lugares da arena: camarotes, arquibancadas, ambientes internos, estacionamento, arredores da arena, vestiários, área da imprensa, administração e também o gramado (já que quando aconteciam shows, também era uma área com concentração de pessoas). 

Segundo passo: definindo a parceira de infraestrutura

Com todas as informações do passo anterior, Júlia já poderia buscar o parceiro para implementar a solução necessária. Atualmente, Júlia havia estabelecido uma ótima relação com a QMC, neutral host sediada em São Paulo e com ampla experiência em toda América Latina e que agora também estava expandindo as suas operações para os Estados Unidos. 

Nos projetos que trabalharam juntos, Júlia percebeu que a empresa estava preocupada em entregar a melhor solução pelo melhor preço. Fora isso, a versatilidade das suas infraestruturas lhe dava muita vantagem pois, mais uma vez, mostrava o seu profundo conhecimento e comprometimento em entregar a melhor solução para cada caso. Seja ele indoor, outdoor, Soluções Street Level, uma solução centralizada (C-solution) ou algo híbrido. Definitivamente Júlia e o seu cliente não buscavam uma solução de prateleira. 

Terceiro passo: entendendo as limitações

Definida a parceria com a QMC, Júlia apresentou também as limitações que o projeto teria que enfrentar, como limitações de horários, procedimentos de segurança e higienização, limitações arquitetônicas e de decoração. No evento para o qual Júlia foi contratada para cuidar da infraestrutura de cobertura de sinal de telefonia móvel, a solução adotada foi o DAS, com o qual ela já estava bem familiarizada. 

O projeto apresentado foi aprovado de primeira. Júlia e o cliente podiam ver claramente como seria a cobertura e onde todas as antenas seriam posicionadas, bem por onde todo o cabeamento passaria e os equipamentos seriam acondicionados. Essa visão clara deixava todos mais tranquilos. Nada seria uma surpresa, pois estava muito bem dimensionado e comunicado. 

Quarto passo: a implementação

Com o cronograma de ação em mãos, Júlia acompanhou tudo de perto. O conhecimento dos profissionais sempre chamou a sua atenção. Não apenas dos engenheiros responsáveis pelo desenho do projeto, mas também aqueles que eram responsáveis por colocar em prática o que foi pensado. Não eram terceirizados, mas sim da própria QMC e isso sempre garantia um padrão de qualidade alinhado com tudo que foi acordado. Outro ponto que chamou a atenção de Júlia foi a preocupação com a higienização e organização. Tudo era muito limpo e os funcionários seguiam protocolos próprios de higienização por conta da Covid-19.

Quinto passo: a hora do evento

Depois de tudo devidamente implementado, havia chegado a hora da “bola rolar” e a QMC ainda se mostrava presente. Júlia adorava a ideia de ter um contato da empresa à disposição para auxiliá-la no caso de algum imprevisto. Fora isso, a central de monitoramento remoto em tempo real da QMC garantia ainda mais tranquilidade, pois era possível antecipar problemas e saber exatamente onde agir em caso de manutenção.

Júlia teve a oportunidade que muitos torcedores sonhavam em ter. Percorreu por toda a arena para ter certeza que o sinal estava bom em todas as áreas. No meio do campo, onde em algumas horas começaria um evento que move o Brasil, pode ter a visão que os jogadores têm. Fechou os olhos por um momento e começou a ter a impressão de ouvir os gritos da torcida. Toda a energia de uma bela jogada… a explosão de um gol. Uma emoção como essa merecia ser compartilhada com a melhor conectividade possível, e ela estava ali para garantir isso. Até mesmo na marcação central do campo o sinal chegava perfeitamente. Só percebeu as antenas porque sabia onde estariam. Se não fosse por isso, passaria em branco. Pelo visto havia conquistado mais um sucesso.  Como era bom contar com quem sabia do assunto. Júlia fez o seu próprio show na arena, o show da conectividade. 

Sexto passo: uma relação contínua

Outro fator que ajudou muito na escolha da QMC como parceira foi o pós-venda. Esse padrão de qualidade não acabava junto com o evento, muito pelo contrário! O monitoramento sempre é contínuo e com manutenções preventivas de rotina. Uma estrutura construída para solucionar, mas também para durar.

Júlia cada vez mais se tornava uma referência no assunto e aprofundava os seus contatos nas mais diferentes áreas. Qual será o próximo desafio que Júlia irá superar?   

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Carolina Pain

Carolina Pain

Carolina Pain, especialista em Comunicação e Marketing Digital, possui 15 anos de experiência na área de conteúdo, atuando na área de produção de textos, gerenciamento de Redes Sociais e Branded Content. Formada em Comunicação Social, com Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Mackenzie, tem pós graduação em Jornalismo na London School of Journalism, curso de Human Data Strategy pela Miami Ad School e especialização em locução noticiarista para televisão pelo Senac.

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