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Seja mais uma vez bem-vindo à vida da Júlia. Desta vez ela nos revelou um segredo, quase sem querer: a sua idade. Não é para contar para ninguém, mas ela nasceu em 1985. A data é importante porque foi nesse ano que uma revolução aconteceu: nascia também o Rock in Rio.

Consagrado como um dos principais festivais de música do todo o mundo, sua primeira edição é reconhecida como um momento cultural histórico brasileiro. Influenciou gerações e movimentou o cenário do rock nacional.

Com números na casa dos milhões, a história do Rock in Rio começou com uma ideia ousada e ambiciosa do publicitário Roberto Medina e hoje caminha com vida própria com o desafio de manter sua identidade a cada edição.

As histórias de quem participou

Júlia ouviu muitas histórias desse evento da boca de seus pais, que estavam lá e puderam assistir aos inesquecíveis shows de bandas e cantores nacionais e internacionais.

A inauguração do formato de megaevento musical no Brasil, o momento de redemocratização do país, a reação da igreja, a defesa da “autêntica” música brasileira contra a invasão do rock, tudo estava junto e misturado nesse caldo de cultura que envolveu o Rock in Rio.

Júlia dá um suspiro deitada na cama e vendo um filme desse evento passar no teto do seu quarto.

Mas qual a razão para tanta nostalgia?

O destino é curioso: Júlia é agora responsável pela montagem do show do novo Rock in Rio 2024, o primeiro presencial depois de um longo período de isolamento social - afinal, mesmo depois da chegada da vacina, foi necessário um período significativo para que a população fosse imunizada em sua maioria.

Ela voltará ao palco do evento que nasceu no mesmo ano que ela e onde seus pais celebraram um momento histórico.

Impacto da pandemia no setor de eventos

O setor de eventos foi um dos mais afetados pela pandemia de Covid-19, pois está diretamente associado à concentração de muitas pessoas em um mesmo lugar, gerando maior risco para a proliferação da doença.

Marco de tantas ações pioneiras, o megaevento é a primeira promoção com a volta do público. Júlia sabe que a maioria das pessoas só participará presencialmente sentindo a segurança e o valor daquilo que será entregue para os participantes.

Quanta responsabilidade!

O Rock in Rio deixou de representar um evento de música, virou uma marca exportada para três países. Em 20 edições, participaram mais de 10,2 milhões de pessoas na plateia para ver 2.300 artistas.

Júlia sabe que a estrutura é monumental a cada nova versão do festival, os ingressos se esgotam em horas e os nomes de peso mundial são algumas das coisas que caracterizam o espetáculo, mas que também pode custar sua ruína se algo der errado.

Um evento deste tamanho é um desafio enorme para ser organizado

A Prefeitura do Rio de Janeiro e o Consórcio Rio Mais confirmaram a realização desta edição do maior festival de música e entretenimento na Cidade do Rock (denominação dada aos lugares que já sediaram as edições do festival Rock in Rio - ao todo, quatro locais foram reconhecidos assim na capital fluminense).

Júlia está comprometida para realizar a melhor e maior edição de todos os tempos, com atrações incríveis e muitas novidades na Cidade do Rock. Serão momentos que ficarão para sempre na memória, assim como aconteceu com seus pais no ano em que nasceu.

Entretanto, diferentemente da época dos seus pais, Júlia viveria um Rock in Rio diferente. A quarentena durou por muito tempo e fez com o evento promovesse mais do que o amor pela música, ele promoveu o retorno do contato físico, das conexões entre amigos e o fim do medo da contaminação. Por isso, as atrações, mais do que nunca, não se limitaram aos artistas, mas a diversas experiências espalhadas pela área, sendo a grande maioria apoiada na tecnologia.

Se bem que a tecnologia já foi percebida na própria concepção do evento. O Rock in Rio 2024 seria o primeiro Rock in Rio híbrido da história: ele também aconteceria virtualmente. Por conta de diversos dispositivos IOT espalhados pelo perímetro (cameras, sensores etc), várias pessoas também poderiam participar com os seus óculos de realidade virtual e “caminhar” por lá para aproveitar tudo. Júlia viu diversos telões espalhados que mostravam a parte “virtual” do evento para todos acompanharem.

Outra ação interessante foi a parceria que aconteceu com um famoso jogo de videogame. Todo o line up de bandas e músicos foi apresentado em um show virtual, a exemplo do que o jogo Fortnite já havia feito com o Rapper Travis Scott anos atrás e que foi o pontapé inicial para ações mesclando áreas do entretenimento.

Memórias digitais exigem conexões perfeitas

Enquanto os artistas brasileiros e internacionais estão no palco, os milhares de fãs estão na plateia compartilhando essa energia por meio de seus celulares. Júlia já se frustrou ao participar de eventos nos quais o sinal de celular estava totalmente desafinado e não conseguia fazer uma simples ligação - por conta da alta densidade - ou pedir um táxi ou uber, mesmo com o aparelho mostrando todas as barrinhas de sinal e apontando que tinha sinal de internet. Por conta disso ela se perdeu de amigos e teve uma experiência péssima ao demorar horas para conseguir conseguir uma maneira de ir embora.

Desta vez, o uso dos smartphones ganharia uma nova proporção, indo muito além das redes sociais ou para conseguir transporte no fim do evento. O Rock In Rio havia investido pesado em realidade aumentada e Júlia notou claramente como todos sempre andavam com o aparelho em mãos, não os guardando por nenhum minuto sequer. Por exemplo, uma ação simples de “encontrar um amigo” foi totalmente reinventada: você, pelo app do evento, só precisava compartilhar um código e ativar um recurso para que um grande sinal luminoso virtual (e que só era visível com o uso da câmera do celular da pessoa que recebeu o código) mostrasse a localização da pessoa em tempo real. Nunca mais aconteceria um desencontro.

Eles também haviam apostado em gamificação, espalhando conteúdos exclusivos, promoções e até mesmo passes de acesso ao backstage em jogos de conhecimento e no estilo de “caça ao tesouro” em que você precisaria se aliar a uma pessoa que estivesse participando virtualmente (e que também ganharia um passe para o backstage, mas também virtual).

E na organização de um evento como esse, a infraestrutura de tecnologia não pode falhar

A Cidade do Rock já vivenciou essa transformação digital e foi a primeira a ter uma rede 5G implantada no Brasil em 2019. Uma operadora foi responsável pela experiência de uso da quinta geração de conexão móvel. O que em 2019 foi um teste, em 2024 já tinha se tornado uma realidade para todos. Acabou demorando um pouco mais do que o era.

Alta conectividade

O desafio sempre foi garantir soluções de alta conectividade em 100% da área do festival com serviço gratuito e aberto para um publicado ligado em todos os momentos do evento e compartilhando suas experiências em tempo real.

Ela sabe que serão números recordes de acessos simultâneos ao WiFi. Em 2019, foram mais de 19,5 mil conexões simultâneas. Só o show da Anitta teve o maior volume de dados trafegados, alcançando a marca de 1,8 Terabyte.

Outros números de 2019 estão na mesa de trabalho da Júlia: foram mais de 11,6 milhões de conexões ao WiFi da operadora que apoiou o evento e o consumo de dados na rede, ao longo de todo o festival, chegou a 173,24 Terabytes, equivalentes a quase 47 milhões de fotos em alta definição.

O volume foi 2,34 vezes superior ao tráfego de dados registrado pela operadora em toda a Copa do Mundo FIFA 2014, realizada no Brasil. Foi a primeira vez que um público médio de 100 mil pessoas por dia esteve conectado por uma rede wi-fi aberta gratuitamente.

Parceiros confiáveis de infraestrutura

Júlia se cercou dos melhores parceiros para ter a solução certa e infraestrutura robusta, no mesmo nível do evento no qual estava trabalhando, com coleta e análise de dados em todos os espaços de eventos.

Ela está orgulhosa das decisões que tomou para ter um fornecedor especialista que ofereceu inovações e soluções customizadas, já dimensionadas e compatíveis num ambiente 5G.

Tudo é “mais”!!!

Mais de 50 quilômetros de fibra ótica, mais de 800 equipamentos, mais de 600 antenas e mais de 200 aparelhos conectados a partir da fibra ótica da operadora. Júlia já organizou também a equipe de conteúdo para usar a infraestrutura para a cobertura nas redes sociais, com lives diárias e posts sobre tudo o que acontece antes, durante e despois do evento.

Altíssima velocidade no envio e recebimento de conteúdo, com performance insuperável

Nada pode sair do tom: é preciso entregar uma solução integrada e completa, com conectividade para público e pessoal da produção, em todas as áreas do evento (385 mil metros quadrados, equivalente a 40 campos de futebol, com 100% de disponibilidade dos serviços).

Júlia também trabalhou duro para garantir a segurança cibernética e inteligência artificial, com videomonitoramento e reconhecimento facial para acesso às áreas restritas.

Pronta para participar do megaevento, agora que toda a infraestrutura está montada, Júlia avisa aos fofoqueiros de plantão: está casada, vai ao show bem acompanhada de seu marido, mas não está grávida.

Só neste caso, a história não vai se repetir. Em tudo mais, será o mesmo sucesso.

Júlia Éboli

Júlia Éboli

Júlia Éboli, especialista em implementar iniciativas de Marketing Digital no mercado B2B, já possui 14 anos de atuação na área de Comunicação e Marketing. Formada em Publicidade pela PUC-MG, tem pós-graduação em Marketing pela FDC e MBA em Digital Data Marketing pela FIAP.

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