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Da mesma forma que a internet abriu as portas do mundo para que qualquer pessoa com uma conexão possa se tornar, não apenas consumidor de conteúdo, mas também criador, ela permitiu que muitas informações incorretas (de forma proposital ou não) começassem a ser disseminadas mais massivamente. Você já deve ter ouvido falar o termo que usam para esse tipo de informações: fake news. 

Fake news nas telecomunicações 

Recentemente, uma fake news no Reino Unido resultou na queima de 77 torres transmissão por pessoas que acreditaram na informação que dizia que o sinal 5G estava ajudando na transmissão da Covid-19.  A notícia - sem fundamento científico-  deixou regiões com cobertura celular comprometidas, e também  afetou  usuários, empresas e hospitais.

O sinal de celular pode causar câncer? 

 Não. É o que afirma o Interphone, o maior estudo já realizado com coordenação da OMS (Organização Mundial de Saúde) por meio da sua Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (IARC, na sigla em inglês). 

 O telefone celular ainda é uma invenção relativamente nova e que só começou a tornar-se popular depois da metade dos anos 90. Isso significa que ainda é impossível afirmar com 100% de certeza o que a exposição por diversas décadas pode ocasionar, apesar de que a Sociedade Americana Contra o Câncer (ACS, na sigla em inglês) afirma que essas ondas “não são fortes o suficiente para causar câncer”.

Já o Instituto Nacional de Câncer (INCA) afirma que “evidências sugerem que a exposição crônica à radiação não ionizante de baixa frequência e fontes de campos eletromagnéticos de frequência extremamente baixa pode aumentar o risco de câncer em crianças e adultos”.  Essa “exposição crônica” seria o equivalente a níveis muito altos, tais como em fornos de micro-ondas, algo que nem se aproxima ao que é emitido pelos aparelhos de celular. 

Radiações não ionizantes são radiações que não possuem energia o suficiente para ionizar átomos ou moléculas. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) possui um conteúdo bem completo com as respostas para as principais dúvidas sobre o assunto.

Se mesmo assim você está com dúvidas 

A OMS voltará a realizar estudos, além do ICNIRP (Sigla em inglês para International Comissioning on Non-ionizing radiation protection), grupo que atua desde 1972 e que assumiu a atual definição em 1992. Trata-se de uma organização internacional sem fins lucrativos com o objetivo científico de estudar e catalogar os efeitos de irradiações não ionizantes. O trabalho é colaborativo com outras entidades internacionais, como a própria Organização Mundial de Saúde, e suas recomendações de exposições eletromagnéticas são seguidas por diferentes países, inclusive o Brasil.

O celular se tornou um pilar fundamental da nossa sociedade que busca cada vez mais conectividade e há toda a preocupação para que esse uso continue e não se torne uma ameaça à nossa saúde, mas se você ainda se preocupa com o tema, fique tranquilo: há muitos especialistas e instituições sérias estudando o assunto.

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